Sobre

Existe tantas coisas que gostaria de falar, mas em matéria de se apresentar, eu fico de DP. Entro em desespero com "Me conte sobre você", mas as vezes um desafio é bem vindo, mas por favor não me pergunte sobre a minha personalidade, sou confusa e acabo me atrapalhando com simples palavras. Então, sou a Michelle Navast, e tenho 18 verões, sou de agosto e me amarrei com meu eterno namorado, sou casada.

Sou a mistura em forma de gente, nascida no estado de São Paulo, precisadamente na cidade de Cosmópolis, a cidade Universo, em meados de 1996. No meu sangue percorre, a necessidade do tradicional dos Portugueses, a impaciência dos Paulistas, a força de vontade dos Maranhenses, a braveza dos Espanhóis e fascinação pela comida Mineira. O que desejo de todo o meu coração é um dia estar em um tribunal e ouvir que ganhei mais uma causa. Direito é um sonho que estou prestes a alcançar. Sei onde quero chegar, então me cobro todos os dias para estar lá um dia. O caminho é longo e árduo, mas aliás, sou Brasileira, desistir não é uma opção.
O engraçado é que quando digo que quero Advogar, as pessoas me olham como se estivesse ficando louca, posso até estar, mas eu tenho uma queda por escritórios e roupas sociais, é acho que louca é uma pequena definição para mim. Mas não é como se eu fosse passar todo o resto da minha vida fazendo isso, sabe listas? então é mais ou menos uma dessas que tenho guardado no fundo da gaveta, Direito é só o começo, é um Ok que pretendo colocar, é onde quero espelhar o restante da vida. O fato de ser tímida e ter toques muitos estranhos na frente das pessoas, não vai me atrapalhar a ser o que quero ser.

A vida é engraçada, já tive um blog vulgo diário, mas na época era como se não ligasse para aquilo. Eu era muito quieta, não falava com ninguém, não queria ter amigos, os únicos era os gêmeos do fim da rua, não saia, o quarto era meu refugio. O motivo por isso? Apenas os meus três dígitos na balança, a bunda grande, a altura, as olhadas que as outras crianças deferiam para mim, os sussurros quando eu passava, as olhadas das pessoas, os julgamentos que eu via sem eles deferir qualquer palavra, a dor que eu sentia. Então eu escrevia, sem coerência, sem sentido, apenas escrevia. Até que um dia me cansei, depois de perder os únicos que se importavam comigo, eu cansei. Coloquei a cara no sol, e vivi a vida que estava sendo oferecida a mim.

O diário? Não existiu mais, parei de me importar. Hoje ainda sinto os julgamentos, ainda vejo os olhares, a minha altura ainda é um obstaculo, a dor ainda existe, mas nada que não posso trancar no fundo. Aliás, tenho um moreno alto que diz todos os dias as três palavras "Eu te amo", o que eu poderia querer?

A falsidade, a mentira e a fofoca são as coisas que mais detesto no mundo. Não sei o que a vida seria sem Deus no comando de tudo. Fones são as armas que eu tenho, a ironia é a armadura que eu uso, e o sorriso a munição da guerra que se trava todos os dias. Não seja falsa, não minta e não faça fofoca, aposto que uma amiga você vai encontrar por aqui. É simples assim.


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